EA lançará jogos exclusivos para os Windows Phone da Nokia

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O Sr. Barry Cottle, vice-presidente executivo e gerente geral da EA Interactive, uma das maiores empresas do ramo de vídeo games do mundo, anunciou que em breve a EA lançará jogos exclusivos para os Windows Phone da Nokia. O anúncio foi feito durante a Nokia World, mesmo evento em que a Nokia apresentou ao mundo os Nokia Lumia 800 e o 710.

Em sua declaração, Cottle disse: “Desta vez, estamos projetando os nossos jogos para uma experiência inspiradora para o Windows Phone e para a Nokia”. Haverão 10 jogos inicialmente, entre eles estarão títulos da Chillingo e também da Hasbro. Ainda segundo Cottle, essa nova parceria é uma grande vitória para os consumidores da Nokia em todo o mundo.

Para quem queria saber quais diferenciais a Nokia trará para o Windows Phone, já temos vários: Navegador GPS gratuito, sua própria central de música com direito a loja e tudo mais, seu próprio app de rádio e agora jogos exclusivos da EA. Muito interessante.

Fontes: PocketnowNokia Developer e MyNokiaBlog

 

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About Author

Especialista em Ensino das Ciências e Matemática, Microsoft MVP – Windows Insider, músico, marido, pai, servo do Deus vivo e entusiasta dos produtos e serviços Microsoft. Carpe Diem!

  • Raphael Windsor

    Exclusividade de produtoras de games hoje em dia não dura para sempre, vide a guerra de exclusivos para consoles, quantos jogos que eram pra ser exclusivos de um determinado aparelho e mais tarde foram lançados para os concorrentes.
    Ainda mais a EA que é uma máquina de fazer dinheiro.
    Além disso, quem sabe isso não faz com que as outras fabricantes não façam a mesma coisa. Se a HTC fechasse uma pareceria com a Ubisoft de Assassin’s Creed e Rainbow Six, seria uma boa, pra mim, melhor do que Nokia/EA.

  • Ruy Lobo

    A parceria da EA Interactive é com a Nokia, não com a Microsoft. Uma coisa nada tem a ver com a outra. Não há nada de fragmentação aí. Cada fabricante pode procurar parcerias para chamar a atenção para seus aparelhos. A Microsoft é que não deve fazer isso. Os aplicativos podem sim ser privativos de determinado fabricante, sem interferir no sistema. Bons exemplos citados pelo Alexandre são o HTC Hub e o app Now da Samsung.

  • Lucas Castro

    Na espera do bom e velho crack…

  • italo

    Interessante Nokia…
    Porque você não faz/fez isso com o MeeGo…

    • Por que o Meego já nasceu “morto”. O N9 foi apenas uma forma que a Nokia encontrou para compensar os gastos com as pesquisas e funcionários que trabalharam no desenvolvimento do sistema. Basicamente ele foi lançado para minimizar prejuizos.

  • Pessoal, acho que dessa vez estamos exagerando… As inovações da Nokia são totalmente diferentes das modificações sofridas por smartphones Android. Os smartphones Android sofrem com modificações animalescas na interface como um todo, no Windows Phone não haverão mudanças na interface. Serão apenas novos apps. Basta lembrarmos do HTC Hub ou mesmo do app Now da Samsung, em que ambos aplicativos são exclusivos para seus respectivos modelos e marcas. Isso nada mais é do que concorrência. A “alma” do WP7 e da interface metro não terão nenhum impacto.

    • Wagner

      É, mas tb não menospreze o Meego, ele tem muito potencial e eu esperava que a nokia investisse mais nessa plataforma, o problema da nokia é o Stephen Elop, aquele bosta precisa ser substituído urgentemente. Além de o Nokia n9 ser melhor do que o Lumia, em termos de hardware e design(eu sei que ambos são parecidos mas o N9 tem câmera frontal e a tela preenche quase toda a frente, enquanto no Lumia os botões ocupam o que deveria ser apenas tela).

      • De jeito nenhum Wagner quero menosprezar o Meego, muito pelo contrário sempre fui fã do sistema desde o tempo do N900 quando ele ainda se chama Maemo. Contudo, a Nokia demorou tanto pra lancá-lo, que destruiu a espectativa de seus admiradores ao mesmo tempo que criou uma má impressão do sistema. Acho o N9 incrível e o Meego maravilhoso. Na minha opinião pessoal, acho que a Nokia deveria abandonar o Symbian e focar no Windows Phone e no Meego.

        • Wagner

          Tb acho Alexandre 🙂

  • Carlos Monteiro

    Vou esperar mais comentários para rir com gosto…

  • Alexandre

    Discordo totalmente. Trata-se de uma mera questão mercadológica. A Microsoft nunca obteve uma boa vendagem com seus OS’s. Enxerga nesta parceria com a Nokia a possibilidade de alcançar uma fatia de mercado dantes nunca obtida; e a Nokia, por sua vez, almeja voltar ao pódio em vendas de smartphones, algo que não vê desde o extinto N-95.
    Assim, é mais do que natural entender que desenvolvedores de apps vislumbrem nesta nova parceria uma ótima oportunidade de inserção de novas tecnologias. Como desenvolvedor eu faria o mesmo.

  • Luiz Paulo Lago

    é uma pena ver a Microsoft e Nokia fazendo besteira… vão começar a fazer a divisão de aparelhos igual o android vem fazendo.

    • Rafael Freitas

      Concordo com Luiz Paulo, A Microsoft e a Nokia tão começando um certo monopólio que se torna péssimo para quem não comprou ou não tem plano de comprar um Nokia. Temos o HTC Ultimate no Brasil, e com notícias assim vc para p pensar se vale comprar…

      • Márcio

        Não acredito em monopólio, mas a parceria é importante para ambas, e é diferente da aquisição da Motorola pelo Google, pois agora o Google é dona.

        Mas vejo que as demais empresas estão numa sinuca de bico, pois o Google já demonstrou ser agressiva e já deu rasteira na Mozilla fazendo o Google Cromme enquanto eram parceiras, imagine agora. Do outro lado a Nokia com a Microsoft, que estão fazendo juntas o Apollo.

        Mas enquanto parceiras não há tantos privilégios, tanto que a microsoft irá apresentar junto com a samsung os novos aparelhos.

        As demais empresas não deram muita atenção ao WP7 como a Nokia está dando, afinal, não poder personalizar o aparelho não é atraente para elas (ai o Motoblur).

        E a divisão do Android é a falta de requisitos mínimos e implementação do jeito que as produtoras querem. E não há garantias de futuras atualizações ou demoram até um ano para tal.